Plano de mídia paga e gestão de campanha digital para transformar atenção em voto — do aquecimento à reta final.
Dr. Rodrigo, vou ser honesta: proposta de cliente novo eu monto no automático. A sua eu refiz mais de uma vez — porque com o senhor não é apresentar a SNT, é dar sequência à campanha que a gente já tocou junto em 2024.
Só que 2026 é outro jogo. Em 2024 a disputa era por Jacareí — uma cidade. Agora é uma cadeira na Assembleia Legislativa de São Paulo: voto no Vale do Paraíba inteiro, eleitorado maior, estratégia mais complexa e uma corrida muito mais concorrida por atenção.
E tem um detalhe que muda tudo neste ciclo: o Google e o YouTube seguem sem veicular anúncio eleitoral pago no Brasil em 2026, repetindo a política de 2024. Na prática, toda a verba de mídia paga se concentra no Meta (Instagram + Facebook). Ou seja: não sobra margem para amadorismo no único canal disponível.
Com o Google fora, a estratégia é concentrar inteligência no Meta e somar os canais que o TSE autoriza. Quatro frentes de trabalho:
Públicos desenhados por Jacareí + cidades do Vale do Paraíba, por bairro e por perfil — para não gastar voto onde o senhor não disputa.
Reconhecimento para quem não conhece, consideração para quem já viu, e retargeting para reimpactar quem engajou. Cada real reaproveitado.
Rodando variações para achar a mensagem que converte atenção em intenção de voto — e escalar só o que comprova performance.
Anúncio com rótulo aprovado e autorizado para propaganda eleitoral, dentro das regras, com gastos prontos para a prestação de contas. Zero dor de cabeça.
Construção de base, públicos e aquecimento. Anúncios já no ar com rótulo de pré-campanha: posicionar o pré-candidato, fortalecer a imagem com os pontos positivos e alimentar a base de leads. Por lei, ainda sem pedir voto — preparando o terreno para a largada.
Propaganda eleitoral paga liberada. Meta no máximo: segmentação, retargeting e otimização contínua.
O pico. Dedicação quase exclusiva: otimização diária e resposta rápida a tudo que mexe os ponteiros até a urna.
Honorário de gestão. Verba de mídia à parte, direto no Meta.
Setup único no aceite + 1ª parcela e as 2 demais a cada 30 dias. Fechando à vista, 10% de desconto. Acompanhamento até a finalização do período da Eleição e prestação de contas.
Emito a nota fiscal do serviço (paga pela conta de campanha/CNPJ) e reúno as NFs da mídia emitidas pela Meta — aguardando a última — para anexar à prestação de contas da campanha.
A verba de anúncios vai direto para o Meta e é declarada à parte — o honorário acima cobre apenas a gestão.
Gestão de até R$ 20k/mês de mídia inclusa. Acima disso, acrescenta-se 10% sobre o valor excedente.
Quanto antes começarmos, mais tempo de construção de base antes de a propaganda liberar, em 16/08. E já entramos com os anúncios da pré-campanha — fase decisiva pra que o máximo de gente conheça a sua trajetória. O melhor momento de começar era ontem; o segundo melhor é agora.